Maio de 2008


O Livro de Maísa Zakzuk, A Árvore da Família, está na resenha do UOL educação desta semana.

Para o jornalista Oscar D’Ambrósio, o livro estimula o leitor, de maneira divertida, a pesquisar suas origens.

“Maísa desenvolve o tema com riqueza de detalhes e, auxiliada pelas ilustrações bem-humoradas de Tatiana Paiva, retoma a saga dos imigrantes para o Brasil. Acima de tudo, porém, estimula o leitor a agir como um repórter familiar, dando até um roteiro para que ele penetre nas entranhas do passado de seus predecessores(…)
Essa harmonia valoriza o livro e o torna, sem dúvida, um excelente caminho para que cada leitor, jovem ou não, busque percorrer os percursos das próprias raízes.”

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Conheça o livro A Árvore da Família

O livro A Força da Fé, da jornalista Iva Oliveira, já é notícia entre os principais veículos que tratam de celebridades. No site Ego a jornalista Luciana Tecidio publicou matéria sobre a pesquisa de Iva. E a revista Quem trouxe duas páginas de depoimentos do livro na edição 402, desta semana.

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A Jornalista Myrian Clark, autora do livro Em forma com seu bebê, e o consultor esportivo José Alexandre Filho gravaram matéria para o programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga.
A reportagem mostra como as famosas conseguem voltar a forma tão rapidamente depois de dar à luz e indica como uma ótima opção para mamães que ficam em casa o livro de Myrian.

O site especializado em empregos e carreira, Catho, publicou esta semana uma matéria completa sobre o crescente nicho de mercado das viagens coorporativas. A matéria traz uma entrevista com Fábio Steinberg, autor do livro Viagem de negócios, além de dados sobre o mercado e trechos do livro.

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Saiba mais em: Site Panda Books - Viagem de negócios

Confira agora uma das crônicas da autora Fernanda Takai, que você encontra no título Nunca Subestime uma Mulherzinha.

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Esta bagagem é sua, senhora?

Tá. Em tempos de terrorismo e restrição no transporte de substâncias líquidas na bagagem de mão em vôos internacionais, eu fiz bobagem. Era por uma boa causa. Claro, a nossa própria causa. Durante uma viagem a trabalho, num trecho entre Inglaterra e Portugal, nosso pequeno grupo intercambiou alguns volumes pra distribuir melhor o peso, o limite de bagagem e tal… Eu teria de carregar uma guitarra pesada, então troquei pela malinha de mão de outro músico. Ainda perguntei pra ele se tava tudo nos conformes. Não vai me fazer ficar presa aqui, não, né? Risadas pra lá. Conversinhas pra cá. E a fila enorme ia se acumulando para passar pelo raio X do embarque. Vários funcionários da segurança repetindo que só poderíamos levar um volume como bagagem de mão. Atenção para os líquidos! Atenção para os objetos perigosos! Ferramentas não podem ir na bagagem de mão! Atenção isso e aquilo. Não, senhor. Não pode levar o computador portátil e a mala pequena. Tem de despachar a mala ou fazer o seu computador caber nela. Mas olha a fila! Sinto muito, senhor. Quem tem viajado ao exterior sabe quão sem graça são esses procedimentos todos. Tira sapato. Tira cinto. Tira anel. Tira chapéu. Epa! Strip–tease pode?

Eu geralmente corro pro embarque o mais rápido possível e fui antes de todos.

— O próximo, por favor.

— Olá!

— Coloque sua mala aqui, senhora.

E a malinha do meu amigo ia passando lentamente pela máquina de raio X…

— Senhora, por favor. Essa mala é sua?

Pra não ter de explicar que éramos um grupo e aquela coisa toda, respondi:

— Sim.

— A senhora é responsável por esta bagagem?

— Sim — já disse sem muita convicção.

— Temos que abri–la.

— Claro.

— Abra, por favor, aqui deste lado do balcão.

— Humm, como é que se abre esta mala? — pensei.

— Senhora… algum problema?

Obviamente meu amigo, dono da mala, ainda estava lá atrás na fila, porque tinha ido tomar mais um cafezinho naquele dia frio. Sorte que não tinha cadeado.

— Consegui!

Póin! Apareceram logo duas cuecas do tipo grande por cima de toda a roupa. O moço do raio X me perguntou de novo:

— Esta bagagem é sua?

Olhei pros lados pra ver se encontrava o meu marido e jogar pra ele a culpa. Claro, por que não pensei nisso antes?

Mas ele também estava na fila do outro raio X abrindo o estojo de sua guitarra… e parecia discutir com a pessoa que estava fazendo a checagem.

— É sim — confirmei, meio sem graça.

Aí com suas luvinhas brancas ele remexeu a bagagem e encontrou um spray cheio de creme de barbear. Questionou–me com uma expressão blasé no rosto:

— Senhora, este creme de barbear é seu?

— É.

— A senhora não pode levá–lo, está fora dos limites de 100ml.

— Ok, pode ficar com ele, me desculpe…

Que coisa. O jeito era deixar ele pensar que eu uso cuecas e creme de barbear. Ninguém me conhecia ali mesmo… Até que o moço me perguntou:

— E este equipamento aqui?

Putz. O que era aquilo? Uma interface de áudio, um transcodificador? Aí vi que precisava explicar tudo direitinho. E a fila aumentando…

— Moço, esta bagagem é do meu amigo. Nós somos de uma banda do Brasil. Ele está carregando minha guitarra pesada, que troquei com ele porque só podemos levar um volume cada. Olha, ele é aquele de gorro vermelho lá no fim da terceira fila.

— Espere aqui então.

Quando chegou a vez dele, contou a mesma história ao moço do raio X e explicou pra que servia aquele aparelho. Aí, pra completar a sessão, o meu marido teve uma chavinha

allen (de apenas três centímetros e que fica presa à guitarra) apreendida como ferramenta perigosa! Menos mal. Chavinhas como aquela ele tem aos montes em casa. Fomos liberados, enfim. Ufa! Agora é só ir pro portão de embarque.

— Senhores, por aqui! Desinfecção dos sapatos…

Por isso a vaca ficou louca!