Observar as plaquinhas azuis que mostram os nomes das ruas de São Paulo é tão útil para se localizar na cidade, como para aprender história. Quer ver?

23 de maio, além de nome de avenida, foi a data que o povo de São Paulo se reuniu na Praça da República, em 1932, para exigir do governo federal uma Constituição e um novo secretariado. Nesse dia, um sangrento conflito levou as vidas de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo. Este fato deu origem ao MMDC e à revolução Constitucionalista.

O Barão de Itapetininga, que deu nome à rua, se chamava Joaquim Justo da Silva. O Barão era dono dos terrenos onde hoje ficam o Vale do Anhangabaú e o Teatro Municipal. Nesta local foram plantadas as primeiras folhas de chá da cidade. O viaduto do Chá, que servia para atravessar o rio Anhangabaú, tem este nome por conta disso.

O Largo da Pólvora esta localizado onde antes havia uma Casa de Pólvora, construída e instalada pelo Senado da Câmara em 1785.

Terra de Santa Cruz foi o primeiro nome dado ao Brasil assim que os portugueses chegaram por aqui. Quase todos os estados brasileiros têm uma rua com este nome.

Sete Anos de Luta é o nome de uma rua que fica no bairro do Campo Limpo. A idéia surgiu dos próprios moradores da região, em 1988. Segundo eles, esse era o tempo necessário de trabalho duro para se conseguir comprar uma casa.

A Rua Tuiuti relembra a batalha ocorrida em 24 de maio de 1866 entre as tropas aliadas e o exército paraguaio. Foi o maior e mais sangrento embate da história do continente e o início da derrota paraguaia.

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Durante dois anos, a pesquisadora Silvia Costa Rosa pesquisou os arquivos municipais, recorreu a revistas e jornais antigos, entrevistou familiares e vasculhou a internet para escrever 1001 Ruas de São Paulo. É um documento espetacular para matar a curiosidade de todos os paulistanos!