Neste sábado (7), os abelhudos enxeridos jornalistas autores do Guia das Curiosas, Marcelo Duarte e Inês de Castro, estarão na livraria Saraiva do Shopping Rio Sul para um bate-papo, seguido de noite de autógrafos.
O Guia das Curiosas, oitavo integrante da coleção Guia dos Curiosos, traz diversas informações interessantes sobre o universo feminino. De histórias de heroínas guerreiras a estrelas de cinema. De moda e beleza a esquisitices do corpo humano.
Serviço:
Saraiva Mega Store Rio Sul Shopping Center
Av. Lauro Muller, 116 - 3º Piso - Botafogo
Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2543-7002
Fax: (21) 2543-7003
Drops.
Por que as mulheres amam chocolate?
O chocolate estimula a produção de metilxantina, estimulante do sistema nervoso central, e de serotonina, neurotransmissor que regula o humor. Nas mulheres, a serotonina é sintetizada 30% mais devagar do que nos homens. Além disso, elas têm metade da capacidade dos homens de armazenar a substância. Assim, precisam consumir chocolate em maior quantidade.
O que o chocolate faz pelas mulheres ?
• Proporciona a mesma sensação de quando se está apaixonada.
• Devolve a calma em momentos de ansiedade.
• Fortalece o corpo e previne contra a anemia.
• É rico em vitaminas do complexo B e, por isso, melhora a aparência do cabelo e das unhas.
Problema: em excesso… engorda!
Histórias da virgindade
a Embora alguns médicos garantam que o hímen serve para proteger a vagina durante a infância, ainda não há um consenso sobre sua finalidade fisiológica. Assim como as mulheres, outras espécies animais também têm hímen: é o caso dos golfinhos, das baleias, das hienas e dos porquinhos-da-índia.
* Na Grécia Antiga, as meninas perdiam a virgindade sentando no falo de Príapo, o deus da fertilidade, representado sempre com o membro ereto.
* Foi em Roma que nasceu o hábito de o pai mostrar o lençol da noite de núpcias
manchado de sangue, como prova de que a filha tinha se casado virgem.
* A descoberta do hímen aconteceu no século XVIII, quando começaram a estudar anatomia com mais profundidade.
* O mesmo hábito de mostrar o lençol ensangüentado chegou ao Brasil no século XIX. Quando uma moça era, digamos, mais assanhada, diziam: “Essa
não mostra os panos”.
* Na Idade Média, as moças pobres de um feudo tinham de passar a primeira noite com o rei ou o nobre dono da propriedade. Com o marido ela ficava
depois de ter perdido a virgindade.
Para cada 96 homens brasileiros
existem 100 mulheres.
Personagens femininas
Ana Kariênina (Ana Kariênina, de Leon Tolstói, 1877)É uma mulher russa, do tempo dos czares, que corre atrás do amante e se enreda nas próprias mentiras e contradições.
Capitu (Dom Casmurro, de Machado de Assis, 1900)Tinha olhos de cigana oblíqua e dissimulada, segundo seu marido ciumento, que desconfia de seu adultério.
Diadorim (Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, 1956)
Ela se veste de jagunço e desperta o amor de Riobaldo, que não sabe sua verdadeira identidade. Só descobre que Diadorim é uma mulher depois que ela morre lutando.
Emma Bovary (Madame Bovary, de Gustave Flaubert, 1857)
Bonita e sonhadora, ela se casa com um médico e percebe que os romances da vida real não são como os da literatura. Graças a esse romance, que levou dez anos para ser escrito, Flaubert foi levado aos tribunais, acusado de ofensa à moral e à religião.
Flor (Dona Flor e seus dois maridos, de Jorge Amado, 1966)
Depois de enviuvar do espevitado marido Vadinho, ela se casa com o comportado Teodoro. Mas o marido morto aparece para dividir a cama com o novo casal.
Lolita (Lolita, de Vladimir Nabokov, 1955)
Dolores é o alvo da paixão do padrasto Humbert, um professor de poesia, que a apelida de Lolita. Polêmico, o romance foi rejeitado por diversas editoras.
Luísa e Juliana (Primo Basílio, de Eça de Queirós, 1878)
Luísa vive entediada com o marido, até que se apaixona pelo primo Basílio. A empregada Juliana, virgem, solteira e bastarda, a chantageia, transformando a patroa em escrava.
Macabéa (A hora da estrela, de Clarice Lispector, 1977)
Moça nordestina e humilde, enfrenta a vida no Rio de Janeiro e se orgulha de ser datilógrafa. Virgem e semi- analfabeta, ela gosta de goiabada com queijo e quer ser estrela de cinema.
Maria Moura (Memorial de Maria Moura, de Rachel de Queiroz, 1992)
Cangaceira nordestina que, com apenas 17 anos, perde a família, a honra e a terra. Mas não aceita o papel submisso reservado às mulheres do século XIX.
Sofia (O mundo de Sofia, de Jostein Gaarder, 1991)
Com a ajuda do professor de filosofia, Sofia viaja até o ano 600 a.C., onde encontra os maiores filósofos da história.