Conheça os lançamentos da Coleção Todd Parr

Educar divertindo e divertir educando é o sonho de qualquer autor de livros infantis. Para Todd Parr, isso já é uma rotina.

Automóveis despertam um fascínio quase unânime nas crianças. Com “motoristas” inusitados ao volante, O livro dos carros e dos caminhões, apresenta diversos tipos de automóveis e suas funcionalidades, de ônibus escolares a tratores agrícolas, passando por guinchos, carros de serviços de entrega, caminhões de lixo e até irreverentes carros que transportam patos. Além da diversão, o autor mostra que, ao volante, é preciso respeitar regras e manter boas condutas no trânsito.

Em Este é meu cabelo, Todd explora com criatividade e humor os diferentes estilos de cabelo em cenários únicos e divertidos: para a foto da escola, com um corte inusitado, quando chega o Natal.

O livro apresenta, de início, diversos cabelos em situações cotidianas, mas progressivamente vai se aventurando em cenários inusitados, como um penteado adornado com espaguete e almôndegas, ao mesmo tempo que aborda os sentimentos das crianças, como o cabelo espetado pelo medo de um urso. A obra celebra a diversidade e ensina a importância de se sentir bem consigo mesmo, não importa como seja o seu cabelo.


Todd Parr é atualmente um dos mais renomados autores de livros infantis porque, dentre outras coisas, traz nos seus desenhos um traço único, autoral e cativante. O impressionante é que, quando criança, esse dom já se manifestava, mas ainda não era compreendido. Um professor de artes, por exemplo, reagiu de maneira tão hostil ao estilo de Todd Parr que ele chegou a desistir do sonho que hoje vive em milhares de exemplares vendidos para crianças do mundo todo. No Brasil, ele chega agora à marca de 23 livros publicados, todos pela Panda Books. Em suas obras, aposta em uma comunicação simples e direta para dialogar com as crianças sobre família, amizade, diversidade, sentimentos e sonhos.

“Alice no país das maravilhas” | O mundo às avessas é reeditado pela Panda Books

Alice no país das maravilhas foi um verdadeiro marco na literatura infantil do mundo inteiro: substituiu a ideia então vigente de que livros para crianças deveriam ser apenas propagadores de lições morais e criou um novo mundo de fantasia que estimula a imaginação e a criatividade do leitor. Só que, neste caso específico, funcionou tanto que até os adultos – tanto os daquela época como os atuais – ficaram presos nos delírios da trama e envolvidos por suas reflexões. Muitos tentaram interpretar os significados de algumas passagens, mas a verdade é que até hoje os caminhos trilhados pela mente de Lewis Carroll permanecem um grande mistério.

Na história, a curiosa Alice segue o Coelho Branco até um buraco e cai em um mundo fantástico e ilógico. Lá ela conhece personagens excêntricos e cada encontro desafia sua percepção da realidade e a leva a questionar as regras e convenções do mundo. Como em uma mistura de aventuras bizarras e diálogos peculiares, Alice navega por uma série de situações absurdas, explorando o que significa crescer e a essência da lógica e da identidade.

A edição da Panda Books foi traduzida por Maria Cristina Guimarães Cupertino, e conta com prefácio e notas explicativas de Fátima Mesquita e ilustrações  de Pedro Nekoi.


Lewis Carroll era o pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson, um inglês nascido em 1832 que, além de escritor, foi também desenhista, fotógrafo, matemático e reverendo anglicano – experiências que, aliás, vão reverberar nas histórias de Alice no País das Maravilhas. Escrevia poesias desde a infância e ainda em 1856, aos 24 anos, passou a assinar seus textos com o pseudônimo de Lewis Carroll. Em 1862 começou a escrever Alice no País das Maravilhas, o mais famoso dentre os dezessete livros que publicou – isso sem contar outras treze publicações matemáticas. Morreu em 1898, aos 65 anos, como professor da Christ Church, uma das faculdades da Universidade de Oxford.

25 anos em 25 histórias | 6-10

Era para ser um almoço trivial. Em 2005, o editor Marcelo Duarte almoçou com um amigo, que comentou uma reportagem que tinha sido publicada pelo jornalista Pedro Dória no site NoMínimo. Era sobre o primeiro blog escrito por uma garota de programa, chamada Bruna Surfistinha. Além de comentar o desempenho de seus clientes, Raquel Pacheco – seu verdadeiro nome – relatava o drama de ter fugido de casa e ter perdido o contato com os pais. A leitura de seu blog era tão viciante que merecia um livro. Foi o que a Panda Books resolveu fazer.

Depois de nove meses de encontros (Bruna tinha uma agenda lotadíssima!) e escrita, publicamos “O doce veneno do escorpião“. O sucesso foi tão grande que as primeiras reimpressões do livro foram semanais. O livro virou filme (com Deborah Secco no papel de Bruna) e depois série. Raquel publicou depois outros dois títulos: “O que aprendi com Bruna Surfistinha” e “Na cama com Bruna Surfistinha”. Abriu também portas para a Panda no exterior: dezessete países publicaram edições do livro.


A revista “Aventuras na história“ possuía uma coluna muito particular: nela éramos desafiados a pensar nossas vidas sem água limpa, fósforos, vaso sanitário, óculos, anestesia, banho, papel higiênico, cemitério, divórcio, sobrenome e outras coisinhas mais. Por mais difícil que seja pensar nisso, nossos antepassados viveram anos e anos sem essas coisas mais básicas. Um gole da água errada podia levar à morte!

A Panda Books convidou a autora da seção, Bárbara Soalheiro, e o ilustrador Negreiros para compilar as melhores perguntas e respostas de “Como fazíamos sem”. O livro encantou de cara todos os públicos, tendo sido inclusive adotado por professores em diversas etapas do aprendizado.

Além disso, o livro foi o primeiro da editora a concorrer ao Prêmio Jabuti e foi um dos contemplados em 2007 na categoria “Didático e paradidático e ensino fundamental e médio”.


Por 13 anos o consultor de empresas Alexandre Rangel (@rangelmentor ) apresentou um quadro na Rádio Bandeirantes de São Paulo chamado “Qualidade e inovação” – que, até 2008 chamava-se “Momento de qualidade“. Eram pílulas de autoajuda com uma abordagem diferente, que levavam à reflexão de valores como humildade, justiça, respeito, generosidade e prudência, inclusive usando metáforas como da vida animal para passar essas ideias.

Eram histórias tão interessantes que iam ao ar no final da tarde que nosso editor, Marcelo Duarte, chegava a dar uma volta no quarteirão se estivesse chegando em casa para não perder o final delas. Foi assim que, em 2002, nasceu “O que podemos aprender com os gansos“, trazendo as melhores parábolas contadas por Rangel. Em 2004, o livro ganhou um segundo volume e depois, em 2013, uma edição reunindo todas elas. O livro fez muito sucesso tanto para o público geral quanto para o RH de empresas, que usavam as 250 lições de cooperação, liderança e motivação para ajudar no mundo dos negócios.

Além disso, todas as edições tiveram seus direitos vendidos para Portugal a partir de 2005, e foi produzido um audiolivro narrado pelo próprio autor.


Os pelicanos guardam a comida no papo? Por que os hipopótamos ficam dentro d’água? Girafa tem torcicolo?

Nas visitas escolares ao Zoológico de São Paulo, as crianças faziam as mais inusitadas perguntas. Para sorte delas, o biólogo Guilherme Domenichelli (@gui_animaltv ) estava lá para responder. Quando não sabia a resposta, ele ia correndo pesquisar. Foi assim, colecionando perguntas e respostas, que nasceu o livro “Girafa tem torcicolo?“, em 2008. Foi também o início da carreira literária de Guilherme, hoje autor de cinco títulos pela Panda Books. De tanto contar curiosidades sobre bichos, Guilherme se transformou num youtuber de sucesso. O seu canal Animal TV acaba de ultrapassar a marca de 1 milhão de inscritos.


O Brasil é um caldo cultural formado por imigrantes de todas as partes do planeta. São italianos, portugueses, árabes, japoneses, africanos… A coleção “Imigrantes do Brasil” foi criada para contar essas histórias aos pequenos.

A ideia surgiu meio por acaso. Num almoço de domingo em Itu, cidade do interior paulista, o editor Marcelo Duarte viu no Bar do Alemão, famoso por seus gigantescos parmegianas, uma vitrine com peças do avô do dono, que contava um pouco da história da imigração alemã. Partindo do ponto de vista do neto, a coleção buscou trazer aspectos da cultura de quem veio para cá, apresentando às crianças hábitos, costumes e tradições que influenciaram a formação deste país tão heterogêneo.

Além de trazer o foco para o avô, que geralmente é ofuscado pela figura da avó nos livros infantis, a coleção “Imigrantes do Brasil” buscou autores e ilustradores descendentes das nacionalidades apresentadas, representando um pouco de sua própria história e desses povos que construíram suas vidas no Brasil, contando inclusive com autores que nos procuraram espontaneamente para contar suas histórias, como foi o caso de Alexandre Kostolias, de “Meu avô grego“

A coleção tem hoje dez títulos: “Meu avô africano” (Carmen Lucia Campos e Laurent Cardon), “Meu avô alemão” (Martins Willie e Daniel Araujo), “Meu avô árabe” (Maísa Zakzuk e Lúcia Brandão), “Meu avô chinês” (Dongyan Wang, Yan Pinheiro e Ulisses Perez), “Meu avô espanhol” (João Anzanello Carrascoza e Alexandre Rampazo), “Meu avô grego” (Alexandre Kostolias e Lelis), “Meu avô italiano” (Thiago Iacocca e Rogério Soud), “Meu avô japonês” (Juliana de Faria e Fabiana Shizue), “Meu avô português” (Manuel Filho e Alarcão) e “Meu avô judeu“ (Henrique Sitchin e Ionit Ziberman).

CONHEÇA OS LOGOS DA PANDA BOOKS NESSES 25 ANOS

O que não falta na Panda Books são… pandas! Há pelúcias de diferentes tamanhos, bonecos e cartões de pandas espalhados pelo escritório. Como é que o nome Panda foi escolhido? A inspiração veio da editora inglesa Penguin Books. Fizemos uma longa lista de nomes de animais e escolhemos “Panda” por ser um nome grafado do mesmo jeito em várias línguas. No princípio, em 1999, nosso nome oficial era Editora Panda. Mas, poucos meses depois, um ex-sócio veio com um estudo de numerologia e propôs a mudança para Panda Books, exatamente como a Penguin.

Ao longo dos anos, a Panda teve alguns logos comemorativos, e aqui apresentamos uma linha do tempo com essa história.

“A ilustre casa de Ramires” narra a trajetória de Gonçalo Mendes Ramires e lança olhar crítico para a história de Portugal

Publicado em 1900, A ilustre casa de Ramires é um clássico da literatura portuguesa e uma das obras mais emblemáticas do Realismo, em que você vai se divertir com a história de Gonçalo Mendes Ramires, último descendente de uma família da nobreza de Portugal.

Ao retornar para suas terras no interior do país, o rapaz passa a se dedicar a uma novela que reavivará a grandeza de sua linhagem. Ao mesmo tempo, pressionado pelas incertezas da vida moderna, Gonçalo é levado a uma série de ações duvidosas que colocam à prova seu caráter. Ele tem de lidar com o dilema moral de manter a honra de seu nome e, em paralelo, praticar atitudes mesquinhas para ascender socialmente.

Nessa edição especial você tem o texto integral acompanhado de explicações e links que o ajudarão a compreender melhor a trama, diferentes estilos de ilustrações e um mapa dos personagens para você lembrar quem é quem no romance de Eça de Queirós.

Acompanhe a Panda Books nas redes sociais que logo disponibilizaremos o livro para venda em nosso site!

“Projeto de vida” | A coletânea ajuda professores e alunos a construir o Projeto de Vida no Novo Ensino Médio

Projeto de vida oferece reflexões teóricas e sugestões de atividades práticas voltadas à formação e à atuação do docente do Ensino Médio na área de Projeto de Vida, partindo das suas vivências pessoais e sociais e da sua experiência como educador de outros componentes curriculares.

Os autores são especialistas em diferentes áreas – educação básica, ensino universitário e organizações não governamentais –, que partilham suas experiências profissionais e projetos pedagógicos, fornecendo instrumentos para a compreensão do que é criar um projeto de vida.

Organizado por Renata Amendola, o livro aborta o histórico do Projeto de Vida, metodologias como Design Thinking e Pedagogia da Presente, e propostas para ajudar os alunos a descobrirem seus objetivos e propósitos.


Roberta Amendola é mestra em educação pelo Programa de Educação, Psicologia e Linguagem da Universidade de São Paulo (USP). Tem bacharelado e licenciatura em letras também pela USP, pós-graduação em ensino de espanhol para brasileiros pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em aperfeiçoamento para executivos do mercado editorial pela Fundação Instituto de Administração, da USP e pela Câmara Brasileira do Livro. Também tem formação em gestão de organizações do terceiro setor pela Fundação Getúlio Vargas e aperfeiçoamento em orientação educacional pela Confederación de Organizaciones de Psicopedagogía y Orientación, da Espanha. É autora da obra didática GPS: guia de protagonismo no século XXI, aprovada no PNLD 2021, além de produzir conteúdo digital e inteligência pedagógica de personalização com base em Projeto de Vida para o Ensino Médio.

25 anos em 25 histórias | 1-5

Dia 23 de setembro, a Panda Books comemora 25 anos! E para celebrar nosso aniversário, traremos histórias desse período. Nesses 25 anos, a editora já publicou 690 títulos. Sabe qual foi o número 1? Os Endereços Curiosos de São Paulo, escrito pelo jornalista Marcelo Duarte, um dos fundadores da empresa.

O livro inovou por trazer endereços secretos, curiosos e surpreendentes, que jamais entraram em outros guias da cidade. O sucesso foi tão grande que Endereços Curiosos acabou se transformando numa coleção com outros 14 volumes. Veja como a chegada desse livro da gráfica influenciou diretamente a data de comemoração de nosso aniversário.


Durante seus primeiros anos, o nome da Panda Books ficou associado a livros de esportes. Nosso segundo lançamento foi Os arquivos da Fórmula 1 (1999), do jornalista gaúcho Lemyr Martins. Pouco depois, às vésperas das Olimpíadas de Sydney, de 2000, lançamos Os arquivos das Olimpíadas, de Maurício Cardoso.

Esses livros foram importantes para tornar a Panda Books naquilo que desejávamos ser desde o começo: uma editora voltada para livros de referência em diferentes temas. Fomos responsáveis por criar alguns novos formatos, como a coleção O dia em que me tornei… (2008), Escudos dos times do mundo inteiro (2006), A história das camisas dos 12 maiores times do Brasil (2009) e as Bíblias do futebol (2010).

 

O livro dos segundos socorros é um de nossos maiores orgulhos. Ele foi fruto de uma incrível parceria com o grupo Doutores da Alegria, criado pelo ator Wellington Nogueira em 1991 e formado por palhaços que visitam crianças hospitalizadas, levando carinho, esperança e humor nos hospitais. Ficar doente não é nada engraçado, mas, mesmo nessa condição, crianças não deixam de ser crianças. Todas elas continuam querendo brincar. O livro dos segundos socorros teve o apoio da Janssen, braço farmacêutico da Johnson & Johnson, que doou 5 mil exemplares para crianças em hospitais.


Ao entrar numa livraria em São Francisco, nos Estados Unidos, o editor Marcelo Duarte se encantou com um livro chamado It’s okay to be different, do californiano Todd Parr. Comprou um exemplar e deu de presente para a filha de 6 anos. A menina se apaixonou tanto pelo livro que Marcelo pensou: “Esse livro precisa ser publicado também no Brasil”. Escreveu para Todd no e-mail que estava na orelha da obra e a resposta veio bastante rápida. Negócio fechado!

Em 2002, a Panda lançou Tudo bem ser diferente. Nasceu aí uma grande parceria: hoje, 22 anos depois, Todd Parr já tem 21 livros editados no Brasil, todos com absoluto sucesso. Doze anos depois, em 2014, Todd Parr veio visitar o Brasil pela primeira vez. Participou de eventos literários em São Paulo (Bienal do Livro, Colégio Marupiara, Casa de Livros e Céu Caminho do Mar), Brasília (Escola Americana de Brasília) e Pirenópolis-GO (6ª Festa Literária de Pirenópolis), Em Pirenópolis, por sinal, ele foi laureado com a chave da cidade. Seus livros já apareceram em diversas novelas da Rede Globo, como Sete Vidas, escrita por Lícia Manzo.


Por que a cor oficial da Panda Books é laranja? Porque é a cor da capa do primeiro O guia dos curiosos, de Marcelo Duarte, um dos fundadores da editora.

Lançada inicialmente pela Companhia das Letras, em 1995, a coleção O guia dos curiosos começou a migrar para a Panda em 2003. Os livros ganharam um novo projeto gráfico, assinado por Mariana Bernd, e uma nova logomarca. O primeiro O guia dos curiosos inédito editado pela Panda foi o de Língua Portuguesa. Enfim, em 2005, o primogênito laranjinha aterrissou aqui.

Uma nova mudança aconteceu em 2021. O guia dos curiosos: edição fora-de-série, décimo título da coleção, recebeu um novo “banho de loja”: é o primeiro colorido, com mais ilustrações e infográficos, num projeto assinado pelo estúdio Casa Rex.

“Educação especial” e a educação de qualidade para todos

Educação especial: como tornar uma escola inclusiva narra a experiência de Renata Pereira Batista como gestora do Colégio Educar Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. A escola nasceu em 2007 e, desde sua fundação, tem o compromisso de acolher os alunos, respeitando suas singularidades.

No livro, Renata aborda todo o processo de construção dessa filosofia de ensino, a começar pela formação da equipe de professores, orientadores e coordenadores. Fundamental também é a parceria com as famílias e com a equipe multidisciplinar, que atende as crianças, como médicos, psicólogos e terapeutas.

O convite, porém, é para pensar a educação inclusiva de maneira permanente e com isso estabelecer um pacto em busca do “melhor possível” que se possa alcançar.


RENATA PEREIRA BATISTA é graduada em magistério e pedagogia, com especialização em direção de escolas e educação inclusiva pela PUC-SP. Em 2007 ela fundou o Colégio Educar Guarulhos, inaugurado sobre as bases da educação inclusiva. O interesse pelo tema, além de ser coerente com a função de educadora, também tem um fundamento familiar: Renata tem uma irmã, Roberta, que demanda muitos cuidados específicos em função de uma hidrocefalia. Mesmo com tanta bagagem teórica e prática e com um projeto já consolidado em Guarulhos, Renata continua apostando na formação continuada como ferramenta para a gestão escolar.

Uma história sobre família, crescimento, amadurecimento e generosidade | “O que acontece quando a gente cresce?”

O que acontece quando a gente cresce?, de Manuel Filho, narra a história de Guilhermina, uma garotinha que vivia entre as linhas e os retalhos que sobravam das costuras de vovó Marlene. As mágicas mãos de sua avó transformavam tecidos em sonhos, e o que a menina mais queria era ter um vestido para o Baile das Flores.

No entanto, ela terá de esperar alguns anos até alcançar a idade certa para participar da festa. Durante esse tempo, tudo muda. A vovó falece, mas deixa um lindo vestido para a neta usar no baile. Para surpresa geral, o vestido não serve em Guilhermina. O que ela irá fazer?

Ilustrado por Vanessa Prezoto, com desenhos ricos em detalhes e texturas, o livroaborda temas como as relações familiares, a morte, o crescimento e o amadurecimento das crianças. Depois de experimentar os sentimentos de raiva e frustração, a personagem irá compreender o significado do  passar do tempo, das mudanças impostas pela vida, e o poder da generosidade e da alteridade.


 

MANUEL FILHO é um escritor que transforma palavras em mundos mágicos para crianças e jovens leitores. Conquistou o Prêmio Jabuti em 2008 com a obra No coração da Amazônia e publicou mais de sessenta livros, incluindo a inédita união das turmas da Mônica e do Menino Maluquinho. Finalista do Prêmio Açorianos de Literatura em 2013, Manuel lançou pela Panda Books A roda da vida, Meu avô português, Tinha que ser comigo?, Vovô não gosta de gelatina e Meu pequeno botão de rosa.

 

VANESSA PREZOTO é ilustradora e designer graduada em desenho industrial/programação visual pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Atuou como designer gráfica e diretora de arte em agências de propaganda, estúdios de design e editora de revistas. Em 2022 foi finalista do Prêmio Jabuti, além de ter outros títulos contemplados com os selos Cátedra Unesco, da PUC-Rio, e Altamente Recomendável, da FNLIJ.

Um lápis e um rabisco especial | Conheça “Im-perfeito”

Era uma vez um rabisco muito tímido, que vivia na ponta de um lápis… Na verdade, ele não queria existir tal como era. Comparava-se com círculos perfeitos e quadrados impecáveis e não aceitava sua imperfeição. Tinha medo de errar e de ser apagado. O lápis que o carregava não conseguia colocá-lo no papel. O tempo passava, o lápis ia sendo apontado, diminuía… E nada de o rabisco sair! Não aceitava se concretizar e existir.

Em Im-perfeito, este conto muito criativo da escritora e ilustradora espanhola Zuriñe Aguirre, o leitor poderá refletir sobre o quanto podemos deixar de fazer coisas e de ser o que somos por medo de errar ou por um ideal de perfeição. Mas será que não somos perfeitos justamente por estarmos sempre mergulhados em imperfeição? E o que é ser perfeito?

Zuriñe Aguirre nasceu na Espanha, em 1976. É ilustradora, pintora e autora de literatura infantil e juvenil. Em sua carreira, publicou 25 livros ilustrados com editoras de diferentes países. Sua obra foi traduzida para Brasil, Chile, Colômbia e Coreia do Sul, entre outros países.


ZURIÑE AGUIRRE nasceu na Espanha, em 1976. É ilustradora, pintora e autora de literatura infantil e juvenil. Atualmente reside em Sevilha. Em sua carreira, publicou 25 livros ilustrados com editoras de diferentes países. Sua obra foi traduzida para Brasil, Chile, Colômbia e Coreia do Sul, entre outros países. Sobre seu trabalho como ilustradora, Zuriñe afirma gostar de utilizar luzes e sombras, bem como cores que transmitem alegria e serenidade. Para conhecer um pouco mais de seu percurso, visite: https://www.zuaguirre.es/