Panda Books confirmada na 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A Panda Books celebra 25 anos de vida em 2024. Para comemorar esse quarto de século, estaremos presentes na 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

O evento acontecerá entre os dias 6 e 15 de setembro no novo Distrito Anhembi.

Fundada em 1999, a Panda Books surgiu para ser uma editora irreverente, com um catálogo de livros que aliassem informação e diversão. Os primeiros lançamentos traziam almanaques, biografias e a clássica coleção do Guia dos Curiosos.

Ao longo dos anos, a editora ampliou o catálogo e investiu em literatura para crianças e jovens. Na área de literatura adulta, a Panda Books se destacou com obras de jornalismo investigativo, contos e crônicas de autores contemporâneos, clássicos da literatura e romances para o público feminino. A diversidade, a curiosidade e a irreverência são as marcas de nossas publicações.

Esperamos vocês em setembro para festejar!

“Darci, você está aí?”: Uma amizade improvável

“Darci, você está aí?” Essa é a pergunta que a personagem faz todo dia antes de entrar em casa. Afinal, um serzinho sapeca resolveu se mudar para lá, causando muito medo na moradora. Dar nome a ele foi o recurso que a moça encontrou para aliviar a tensão dessa relação.

E é a própria Darci quem narra suas aventuras e peripécias, em rimas que brincam com situações bem comuns na vida dos humanos. Em sua biografia ao final do livro (sim, afinal, ela é a autora do texto!), Darci revela ter conhecido muitos exemplares da espécie humana, se surpreendido sobre como eles têm medo de animais tão pequenos quanto ela e se sentido esperançosa de que um dia eles compreendam a importância delas para o planeta.

Será que o momento de Darci ser reconhecida chegou? O final surpreendente dessa história renderá boas risadas aos leitores.

Garanta já o livro!


 

CARMEN LUCIA CAMPOS é uma escritora nascida em São Paulo que tem as histórias como parte do seu cotidiano desde a infância, enquanto ainda ouvia os causos de sua avó. Estudou letras e, além de autora, atuou como editora de livros juvenis, na clássica Coleção Vaga-Lume. Tem mais de trinta livros publicados, entre eles A bisa fala cada coisa, As cores de Corina, Um é pouco?, Meu avô africano e Moleque, todos pela Panda Books.

 

MARCELLO ARAUJO nasceu no Rio de Janeiro em 1961. Começou a desenhar na adolescência e nunca mais parou. É graduado em arquitetura e urbanismo pela UFRJe mestre em comunicação visual pelo Pratt Institute, de Nova York. Além de ilustrador e escritor de livros infantis, tem um estúdio que presta serviços editoriais para editoras do Brasil e do exterior.

Homenagem aos 50 anos da Vaga-Lume: um roubo, um mistério, muitas aventuras

“Detetive Vaga-Lume e o misterioso caso do Escaravelho“, escrito por Marcelo Duarte, é uma grande homenagem à coleção juvenil, que recém-completou 50 anos. O livro tem o mesmo tipo de aventura e suspense que viraram marca registrada da coleção, que formou gerações de leitores por todo o país.

Em “Detetive Vaga-Lume“, o valioso cetro do xeque Tarum é roubado às vésperas da inauguração do resort de Nikolaos Kárabos. Para solucionar o caso, o empresário contrata o desconhecido detetive Vaga-Lume. Mais um complicador: naquele final de semana, Vaga-Lume está cuidando do filho adolescente, Leandro. Existe só uma pista: um bilhete enigmático assinado por “Escaravelho”. Enquanto o detetive interroga suspeitos, Leandro e uma nova amiga, Mazé, iniciam uma investigação paralela. Quem conseguirá desvendar o mistério primeiro: o detetive, as crianças ou você?

O livro vem acompanhado do “Suplemento de Homenagens” – uma versão nostálgica do “Suplemento de Trabalho”, criado pela cinquentenária Coleção Vaga-Lume. O encarte explica todos os easter eggs e referências a livros e autores da série criada pela Editora Ática que estão escondidas no texto. Um suspense para você ler e se emocionar!


 

Marcelo Duarte é jornalista e escritor. Apaixonado por narrativas, descobriu o poder dos livros ainda na adolescência, quando leu os primeiros títulos da consagrada série Vaga-Lume, publicada pela editora Ática. Desde então alimentou o desejo de ser autor dessa e de outras coleções. O sonho se concretizou em muitas páginas: publicou cinco títulos pela Vaga-Lume e criou a própria editora para contar mais histórias, como o Detetive Vaga-Lume e o misterioso caso do Escaravelho, uma homenagem à coleção que o inspirou e que até hoje é referência para jovens leitores.

História da Segunda Guerra Mundial em 357 mapas e infográficos | Infográficos da Segunda Guerra Mundial

Infográficos da Segunda Guerra Mundial” é seguramente o livro mais completo já publicado sobre um dos mais trágicos acontecimentos do século XX.

No livro, os historiadores franceses Jean Lopez, Nicolas Aubin e Vincent Bernard reuniram uma quantidade massiva de dados que foram transformados em 357 mapas e infográficos, planejados e desenvolvidos por Nicolas Guillerat e traduzidos para o português por Luciano Vieira Machado.

“Infográficos da Segunda Guerra Mundial” apresenta infográficos sofisticados, que abrangem desde eventos conhecidos, como o Dia D, quando os Aliados (bloco formado principalmente por Estados Unidos, União Soviética e Reino Unido) invadiram a Normandia, na França, iniciando o processo de libertação da Europa ocupada pela Alemanha Nazista, e várias outras minúcias, como a estrutura das tropas de infantaria, a radiografia das divisões blindadas, os movimentos e táticas militares, a produção de armamentos, a guerra pelo petróleo, a movimentação econômica gerada pela guerra e muito mais.


JEAN LOPEZ é jornalista, escritor e historiador especializado em história das guerras, sendo diretor de redação da revista Guerres & Histoire. Venceu dois prêmios franceses dedicados a publicações com temáticas históricas e políticas: o Paul-Michel-Peret, em 2009, e o Chateaubriand, em 2019.

NICOLAS AUBIN é formado em história e especialista na Segunda Guerra Mundial. Publicou, dentre outros, um livro dedicado especialmente à logística do Exército Americano na França e na Alemanha nos últimos anos da guerra.

VINCENT BERNARD dedicou mais de dez anos de seus estudos a outro conflito: a Guerra de Secessão americana, no século XIX. Sobre esse conflito, publicou uma biografia do General Lee, líder do Exército Confederado e escravista, e outra do General Grant, líder da reconstrução dos estados ex-confederados e presidente dos Estados Unidos entre 1869 e 1877.

Conheça a vida de Machado de Assis

Nos últimos dias, Machado de Assis voltou a ser destaque no Brasil e no mundo. A escritora e podcaster americana Courtney Henning Novak se propôs a ler um livro de cada país do mundo, em ordem alfabética, e já na letra B viralizou com seus comentários a respeito de Memórias póstumas de Brás Cubas. “Este é o melhor livro já escrito“, proclamou Courtney. “O que vou fazer depois de terminá-lo? Ainda tenho que ler livros de Brunei a Zimbábue”. Courtney ainda prometeu fazer aulas de português.

Confira o vídeo dela:

O que você conhece de Machado de Assis, o maior escritor brasileiro?

Machado de Assis nasceu no dia 21 de junho de 1839, filho de um brasileiro, Francisco, pintor de paredes, e uma portuguesa dos Açores, dona Maria, lavadeira que, no entanto, morreu quando ele tinha só dez anos de idade.

Quando novo, descolou uns trocados vendendo doces feitos pela madrasta e engraxando sapatos. Mais tarde, fez bicos de revisor, ralou em tipografia, foi funcionário público em variadas instâncias (começando como auxiliar do auxiliar e chegando até a diretor chefão). E escreveu: crítica de teatro, poema, resenha de debate do Senado, peça teatral, contos, romances, ensaios, artigos e crônicas para jornais e revistas e ainda soluções para jogos de xadrez.

Mas nada foi fácil pro Machadão. O sujeito sofria de epilepsia, uma doença neurológica sem cura e carregada de preconceito, em especial naqueles tempos. Além disso, nosso amigo era negro e também meio gago. E, como você já deve ter sacado, bem pobre mesmo. Os pais do pai dele eram escravos alforriados que haviam trabalhado praticamente a vida toda pra família de sua madrinha. Mas era inteligente que só. Tinha esse supertalento atômico para línguas.

Aprendeu muita coisa (mas muita mesmo!) por conta própria, nos livros da biblioteca da família rica da madrinha e de tudo quanto era jeito que ele podia achar. Tinha esse apetite para aprender. Voraz mesmo.

Deixou seus vários livros, sua obra, que já foi traduzida e estudada por tudo quanto é canto desse planeta Terra. O que é raro, bem raro mesmo para autores brasileiros.

Você pode conhecer mais de Machado de Assis em nossas edições de Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro e O alienista, da Coleção Clássicos da Língua Portuguesa. Os livros contam com notas explicativas, mapas dos personagens e prefácio contextualizando a obra e o autor (como esse trechinho biográfico sobre Machadão que você acabou de ler) de Fátima Mesquita.

A autobiografia como caminho para a escuta de crianças | “Jornadas autobiográficas”

[…]o educador é esse ser que se coloca em escuta, que tem o diálogo como compromisso, e esse movimento de acolher o outro exige o movimento de acolher a si mesmo. Exige o movimento de pensar quem sou eu no encontro com o outro. Exige o movimento de reco­nhecer as marcas culturais e sociais que o compõe para reconhecer as marcas culturais e sociais que compõem cada um dos estudantes presentes para o diálogo. (Do prefácio de Luiza Helena Christov)

Escutar o que outra pessoa tem a dizer ou a contar sobre si pode parecer um exercício simples. Contudo, se aprofundado, torna-se um processo poderoso. É com base na escuta das origens de cada sujeito que a antropóloga, educadora, pedagoga e pesquisadora Adriana Friedmann aborda o caminho para a formação do educador na obra Jornadas autobiográficas – Narrativas e memórias para a formação do educador, do selo Panda Educação.

A autora explora como o processo de escuta leva o educador à compreensão da diversidade de comportamentos. Ela tece reflexões sobre teorias e práticas que estimulam o compartilhamento de experiência, memórias e raízes culturais, como forma de conhecer não apenas a criança, mas também a nossa própria história, individual e coletiva. Tais reflexões são temperadas por estudos de caso, que vão ilustrando a potência desses encontros e o poder da escuta interessada e disposta a reconhecer no outro aquilo que existe em nós mesmos.

Por meio dessa jornada de autoconhecimento, Adriana dialoga com pensadores e teóricos das áreas de antropologia, educação, sociologia, filosofia e psicologia, abrindo caminho para a formação de professores e educadores que estejam atentos e dispostos a conhecer o protagonista de seu trabalho: a criança.


ADRIANA FRIEDMANN tem pós-doutorado em artes pela IA-UNESP, é doutora em antropologia pela PUC-SP, mestre em educação pela Unicamp e pedagoga pela USP. É criadora e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Simbolismo, Infância e Desenvolvimento (Nepsid) e cofundadora da Aliança pela Infância e o Coletivo A Vez e A Voz das Crianças. Atua ainda como pesquisadora, consultora e formadora na área da educação infantil. É autora do livro A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poéticas das infâncias, publicado pelo Panda Educação.

Conheça a banda Sweet, do livro “Vida instantânea”

No romance Vida instantânea, escrito por Marcelo Duarte e Penélope Martins, seis adolescentes vencem um reality show e formam a banda Sweet, que vira um fenômeno musical da noite para o dia. Mas a inesperada saída de uma das integrantes vem cercada de grande mistério.

Por que Bárbara desistiu de seu grande sonho na carreira artística? O cancelamento do grupo nas redes sociais muda a vida de todos eles, especialmente de Theo, e atrapalha uma promissora história de amor.

Até descobrir a razão do misterioso desaparecimento de Bárbara, acompanhamos como Theo e seus colegas de banda lidam com o término da fama, enquanto a obra nos convida a pensar sobre assuntos que estão na ordem do dia, como culturas do imediatismo, do cancelamento e do assédio.

E tem mais! Ao longo dos capítulos, você poderá ouvir a trilha sonora, composta e gravada especialmente para o livro. São oito canções criadas pela própria Penélope, com música do produtor e instrumentista Rodrigo Di Giorgio.

Confira a playlist e conheça mais sobre o livro!


Marcelo Duarte é jornalista e escritor. Lançou em 1995 o primeiro O guia dos curiosos, hoje uma coleção com dez volumes. Tem também dez romances juvenis publicados, entre eles Esquadrão Curioso: caçadores de fake news, O mistério da figurinha dourada e Que nem maré. É atualmente um dos curadores do Museu do Futebol, em São Paulo. Trabalhou na rádio (Bandeirantes SP e BandNews FM) e na televisão (Loucos por Futebol, na ESPN-Brasil). Compartilha seus conteúdos nas redes sociais do @guiadoscuriosos, que soma hoje quase 1 milhão de seguidores.

 

Penélope Martins é escritora e narradora de histórias. Advogada pós-graduada em direitos humanos, dedica-se à formação de novos leitores desde 2006, produzindo conteúdo para o desenvolvimento contínuo de educadores e mediadores. Atua em projetos de fomento da palavra escrita e falada. Participou de coletivos de mulheres com poesia autoral e é autora e curadora do projeto Mulheres que Leem Mulheres. Entre seus livros publicados estão Minha vida não é cor-de-rosa e Uma boneca para Menitinha, ambos ganhadores do Prêmio Biblioteca Nacional.

Abigail: uma garota grande que foge aos padrões

Abigail era grande. Abigail era forte. Abigail era única. Certo dia, ela não acordou feliz. O que aconteceu com Abigail? Ninguém sabia.

Quando começou a escrever Abigail não sabia com a frase “Abigail era grande”, Fábio Monteiro se transportou para sua própria infância: “Os sapatos não cabiam, as roupas esticavam e o braço era pequeno para o tamanho da minha curiosidade. Queria o chão para brincar, a natureza para experimentar e a vida para alimentar sonhos”, recorda.

A protagonista do livro tem dificuldades em participar de algumas brincadeiras, pois está com sobrepeso e é bem mais alta do que as crianças com as quais convive. Ela até lida de maneira bem-humorada com os colegas a chamando por apelidos pejorativos, como “João Grandão”, “Balão” e “Tufão”. Afinal, ser grande tem seu lado positivo: como ficar mais perto das estrelas. No entanto, certo dia, Abigail acorda com uma tristeza profunda, sem identificar o que sente nem a causa do seu desânimo. O que aconteceu com Abigail? Nem ela sabia dizer.

 

 

A partir dessa construção narrativa, Fábio Monteiro explora as diferenças, as dificuldades de se encaixar e, sobretudo, a profusão de sentimentos e emoções das crianças, que requerem cuidado e atenção dos adultos. Tudo isso é acompanhado pelas ilustrações delicadas de Ionit Zilberman, feitas com lápis de cor, em tons suaves sobre o papel, realçando o drama e o humor sutil do texto.

Fábio Monteiro é pernambucano, mas hoje vive em São Paulo. Escreve livros para crianças e adolescentes e já foi finalista do Prêmio Jabuti com Cartas a povos distantes, lançado em 2016. Coleciona também outras premiações, como o selo Altamente Recomendável da FNNLIJ, o Cátedra Unesco, da PUC-Rio, e a presença no Acervo do Clube de Leitura ODS da Organização das Nações Unidas.

Ionit Zilberman nasceu em Tel Aviv, Israel, mas vive em São Paulo desde a infância. Cursou artes plásticas e começou sua carreira ilustrando revistas antes de partir para os livros infantis – este é o 60º da lista. Já ganhou o selo Altamente Recomendável, da FNLIJ, e o Cátedra Unesco, da PUC-Rio. Foi também finalista do Prêmio Jabuti em 2018.

10 coisas que posso fazer para salvar o planeta

Conheça 10 recomendações do autor Todd Parr para ajudarmos a salvar nosso planeta.


Desligar as luzes


Reciclar!


Reaproveitar as sobras de comida


Cuidar das minhocas


Dividir um livro


Plantar uma árvore


Usar os dois lados do papel


Economizar água


Jogar o lixo no lixo


Colocar meu calção no freezer quando estiver muito quente

Essas e outras dicas estão presentes em “O livro do planeta Terra”, que mostra que pequenos gestos podem fazer toda a diferença.

Gestos simples como não usar sacolas plásticas, reciclar o lixo, economizar água, não poluir o ar, apagar as luzes e não desperdiçar alimentos são fundamentais para manter um planeta sustentável.

Mitos e bichos de A a Z | A origem da palavra “macaco”

A palavra “macaco” vem da África: makako. Refere-se a muitas das espécies de símios ou primatas. São tantos os animais que fazem parte dessa ordem que “macaco” se tornou uma palavra comum para vários deles, dos maiores (gorilas, orangotangos) aos menores (micos, saguis). Há símios em quase todos os continentes do mundo, principalmente nas regiões quentes (tropicais), mas existem também algumas espécies que vivem em locais altos e gelados.

Encontramos histórias sobre macacos em várias mitologias do mundo. O macaco mais famoso de todos talvez seja Hanuman, da Índia. Suas aventuras fazem parte do Ramayana, a longa história do guerreiro Ramashandra, ou Rama, que foi um dos avatares (diferentes personalidades) do deus Vishnu.

A história de Hanuman, o Deus-Macaco, você pode conferir no livro “Mitos e bichos de A a Z“, escrito por Rosana Rios e ilustrado por Andrea Ebert.